Lançamento da Nova Bolsa: Base Exchange
A Base Exchange, controlada pelo Mubadala, está prestes a romper o monopólio da B3 com o lançamento de uma nova Bolsa de ações à vista com clearing própria. De acordo com o CEO da Base, Claudio Pracownik, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já concluiu o período de testes e a avaliação técnica do Banco Central deve começar após o carnaval.
A Base aposta na redução do custo total das operações com estrutura enxuta, tecnologia proprietária e sistemas em nuvem. O CEO afirma que a empresa terá “tarifas mais justas” e pretende ser mais eficiente nas chamadas de margem, reduzindo o custo implícito das operações.
Principais Pontos da Entrevista
- A Base Exchange será lançada no final de 2026 ou início de 2027, dependendo da aprovação dos reguladores.
- A CVM já realizou os testes e o Banco Central participou como ouvinte, com ambos expressando satisfação.
- A clearing própria da Base não é um obstáculo à aprovação, mas sim uma exigência para garantir a segurança e a eficiência das operações.
- A empresa pretende começar com o mercado à vista, de ações, aluguel, cotas de FIIs, ETFs e BDRs, e posteriormente expandir para o mercado de futuros e derivativos.
O CEO da Base também destacou que a existência de uma segunda Bolsa em operação pode atrair mais liquidez, com investidores tendo mais segurança em praças com mais de uma Bolsa e mais de uma clearing. Além disso, a empresa pretende ser mais barata devido à sua estrutura enxuta e tecnologia proprietária.
Em relação a criptoativos, a Base não pretende incluí-los no momento, mas pode utilizar a infraestrutura relacionada a cripto, como blockchain, para melhorar a eficiência das operações.
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