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Axia Energia (AXIA3) vai cair mais? Ação testa suporte após 7 semanas de baixa

Análise Técnica da Axia Energia (AXIA3)

A Axia Energia (AXIA3) está passando por um momento técnico delicado após atingir sua máxima histórica de R$ 67,84. Desde então, o ativo tem apresentado um movimento corretivo mais intenso, acumulando perdas relevantes e se aproximando de importantes regiões de suporte.

No curto prazo, a pressão vendedora segue predominante, enquanto no médio prazo o mercado tenta avaliar se a atual correção representa apenas uma realização dentro da tendência principal ou o início de um ajuste mais amplo.

Indicadores Técnicos

Os indicadores técnicos mostram que o ativo já negocia abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que reforça a predominância do fluxo vendedor no curto prazo. Além disso, o IFR (14) marca 26,29 pontos, indicando condição de sobrevenda.

No entanto, é importante notar que o ativo já apresenta uma queda esticada, o que pode favorecer repiques técnicos ou movimentos de alívio no curto prazo.

Suportes e Resistências

Os principais suportes do ativo estão localizados em R$ 50,93 e R$ 49,98. Caso esses níveis sejam perdidos, o papel poderá ampliar as quedas em direção a R$ 47,43, R$ 41,13 e R$ 39,35.

Por outro lado, para interromper o movimento corretivo e voltar a ganhar tração compradora, será importante recuperar inicialmente a região das médias móveis e superar as resistências em R$ 53,17 e R$ 55,55.

Análise de Médio Prazo

No gráfico semanal, a leitura também exige atenção. Após renovar a máxima histórica em R$ 67,84, a Axia Energia iniciou um movimento corretivo que já soma sete semanas consecutivas de baixa.

A região de R$ 47,43 segue como principal suporte do movimento atual. Caso esse nível seja perdido, o papel poderá ampliar a correção em direção a R$ 43,00 e R$ 37,20.

Conclusão

Em resumo, a Axia Energia (AXIA3) ainda apresenta forte pressão vendedora no curto prazo e atravessa uma correção relevante no gráfico semanal. Apesar do IFR já indicar níveis mais pressionados no diário, a recuperação dependerá da retomada das médias móveis e da entrada de fluxo comprador mais consistente.

  • Os principais suportes do ativo estão localizados em R$ 50,93 e R$ 49,98.
  • Caso esses níveis sejam perdidos, o papel poderá ampliar as quedas em direção a R$ 47,43, R$ 41,13 e R$ 39,35.
  • Para interromper o movimento corretivo e voltar a ganhar tração compradora, será importante recuperar inicialmente a região das médias móveis e superar as resistências em R$ 53,17 e R$ 55,55.

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