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Alessandro Vieira e Eduardo trocam farpas por causa de CPI contra Moraes e Toffoli

Conflito Político: Alessandro Vieira e Eduardo Bolsonaro Trocam Ataques

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) estão no centro de uma disputa política acalorada. A razão para essa troca de farpas é o requerimento de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, apresentado por Vieira.

A divergência começou quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticaram Vieira por ter sido o criador do projeto de lei das fake news. Em resposta, Vieira lembrou que foi o autor da CPI da Lava Toga e de um pedido de impeachment contra Moraes e Toffoli, relacionado ao inquérito sobre fake news. Além disso, ele destacou que Eduardo e seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), resistiram à abertura desse processo de impeachment.

  • Vieira afirmou que a maior resistência à abertura do processo de impeachment veio dos irmãos Bolsonaro, possivelmente devido a preocupações com o processo das “rachadinhas” e não com o interesse do Brasil.
  • Eduardo Bolsonaro respondeu chamando Vieira de “senador perigosíssimo” e o aconselhou a “lavar a boca” antes de falar sobre um exilado compactuando com Alexandre de Moraes.
  • Vieira retrucou, sugerindo que Eduardo deveria se dedicar a atividades mais leves e deixar os que estão trabalhando em paz, lembrando que o teatrinho similar em 2019 teve um resultado conhecido por todos.

Um ponto interessante é que, diferentemente do passado, Flávio Bolsonaro assinou o requerimento para criar uma CPI para investigar os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, após a CPI ter atingido o número mínimo de 27 assinaturas necessárias para o protocolo. Isso aconteceu após a divulgação de mensagens que mostram conversas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e Moraes, sugerindo uma ligação entre um empreendimento de familiares de Dias Toffoli e fundos ligados ao Master, de Vorcaro.

Essas mensagens revelam que Vorcaro prestava contas a Moraes sobre negociações de venda de um banco e sugerem discussões sobre um inquérito sigiloso. Além disso, Vorcaro consultou Moraes sobre a lista de convidados para um fórum jurídico em Londres, onde o magistrado determinou que o empresário Joesley Batista fosse “bloqueado” do evento.

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