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Taxas curtas dos DIs têm altas leves apesar do dólar e dos rendimentos dos Treasuries

Resumo do Mercado Financeiro

O mercado financeiro apresentou movimentos interessantes na quarta-feira, com as taxas dos DIs fechando com altas leves entre os vencimentos curtos. Isso ocorreu apesar da queda do dólar ante o real e do recuo dos rendimentos dos Treasuries no exterior.

Os dados do mercado de trabalho norte-americano reforçaram a perspectiva de corte de juros pelo Federal Reserve na próxima semana, o que influenciou as taxas dos DIs. A taxa do DI para janeiro de 2028 apresentou uma leve alta de 2 pontos-base, enquanto a taxa para janeiro de 2035 permaneceu estável.

Fatores que Influenciaram o Mercado

Alguns fatores contribuíram para esses movimentos no mercado. A perspectiva de um novo corte de juros nos EUA na semana que vem elevou as chances de o Copom reduzir a Selic em janeiro. Além disso, a possível indicação de Kevin Hassett, considerado um nome de perfil “dovish”, para assumir o comando do Fed, também influenciou as expectativas dos investidores.

  • A perspectiva de corte de juros pelo Federal Reserve na próxima semana;
  • A possível indicação de Kevin Hassett para assumir o comando do Fed;
  • Os dados do mercado de trabalho norte-americano que reforçaram a expectativa de corte de juros.

Esses fatores contribuíram para um cenário favorável aos ativos de maior risco, como ações e moedas de países emergentes. No entanto, as taxas dos DIs não se firmaram em queda, registrando leves altas ante os ajustes da véspera.

A curva seguiu precificando quase 100% de probabilidade de o Banco Central manter a Selic em 15% ao ano na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da próxima semana. No entanto, há uma percepção entre os agentes de que um novo corte de juros nos EUA na semana que vem pode elevar as chances de o Copom reduzir a Selic em janeiro.

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