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Dólar Dispara para R$ 5,50 com Tensão entre EUA e China

O mercado financeiro brasileiro enfrentou um dia de grande turbulência, com o dólar disparando para R$ 5,50, superando essa barreira pela primeira vez desde o início de agosto. A bolsa de valores também recuou pelo segundo dia seguido, acumulando uma queda de quase 4% em outubro.

A alta do dólar foi influenciada pelas novas tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China, além de preocupações com as contas públicas brasileiras. O dólar comercial encerrou a sexta-feira vendido a R$ 5,503, com uma alta de R$ 0,128 (+2,38%) em apenas um dia.

As notícias relacionadas ao aumento das tensões comerciais entre os EUA e a China também impactaram o mercado. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a imposição de uma nova tarifa de 100% sobre produtos chineses, o que deve pressionar ainda mais o mercado financeiro internacional.

  • O dólar comercial encerrou a sexta-feira vendido a R$ 5,503, com alta de R$ 0,128 (+2,38%) em apenas um dia.
  • A cotação do dólar chegou a abrir o dia em queda, recuando para R$ 5,36, mas inverteu o movimento nos primeiros minutos de negociação.
  • O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 140.680 pontos, com recuo de 0,73%.

Além disso, a derrubada da medida provisória que pretendia aumentar a tributação de investimentos trouxe um rombo de R$ 17 bilhões para as contas do governo em 2026, o que também contribuiu para a turbulência no mercado.

No cenário internacional, os preços do petróleo recuaram mais de 4%, atingindo o menor nível em cinco meses. As bolsas dos EUA também fecharam em forte queda, com o S&P 500 caindo 2,71%, o Nasdaq recuando 3,56% e o Dow Jones perdendo 1,88%.

Diante do aumento da incerteza, investidores buscaram proteção em ativos considerados seguros, como ouro e títulos do Tesouro dos EUA. A combinação entre a escalada das tensões comerciais entre os EUA e a China e o aumento das preocupações com o quadro fiscal brasileiro pressionou o real, que teve o pior desempenho entre as moedas emergentes.

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