Resumo do Mercado Financeiro
O mercado financeiro internacional está passando por um período de alta volatilidade, impulsionado pelo conflito entre EUA e Irã. O petróleo voltou a ser negociado acima dos US$100 no mercado internacional, o que tem impactos significativos nas taxas de juros e nos preços dos commodities.
As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) no Brasil fecharam a quinta-feira com altas firmes, com a taxa do DI para janeiro de 2028 alcançando 14,355% e a taxa do DI para janeiro de 2035 atingindo 14,82%. Essas altas são resultado direto do aumento do preço do petróleo e das preocupações com os impactos inflacionários da guerra nos países.
Impactos no Mercado
O aumento do preço do petróleo tem impulsionado os rendimentos dos Treasuries, com o rendimento do Treasury de dois anos subindo 5 pontos-base e o retorno do título de dez anos subindo 4 pontos-base. Isso reflete as apostas para os rumos das taxas de juros de curto prazo e as decisões de investimento.
No Brasil, o cenário se traduziu na alta firme das taxas dos DIs em toda a curva, com a taxa do DI para janeiro de 2028 marcando a máxima intradia de 14,450% e a taxa do DI para janeiro de 2035 atingindo a máxima de 14,895%.
Previsões e Apostas
Os investidores seguem posicionados para um corte de 25 pontos-base da Selic em agosto, mas as apostas em uma nova redução da taxa básica em setembro diminuíram nos últimos dias. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano.
- A taxa do DI para janeiro de 2028 fechou em 14,355%.
- A taxa do DI para janeiro de 2035 fechou em 14,82%.
- O rendimento do Treasury de dois anos subiu 5 pontos-base.
Em resumo, o mercado financeiro está passando por um período de alta volatilidade, impulsionado pelo conflito entre EUA e Irã e pelo aumento do preço do petróleo. As taxas dos DIs no Brasil fecharam com altas firmes, refletindo as preocupações com os impactos inflacionários da guerra nos países.
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