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Braskem (BRKM5) tem nova disparada na B3 no dia dos resultados do 1T: o que esperar?

Braskem (BRKM5) tem nova disparada na B3 no dia dos resultados do 1T: o que esperar?

As ações da Braskem (BRKM5) continuam em alta após o salto de 29% na sessão passada, com um aumento de 12,72% às 11h37 (horário de Brasília) e uma alta de 7,50% por volta do meio-dia, a R$ 12,76, a maior alta do Ibovespa.

A companhia divulgou seus dados operacionais no começo do mês, que foram considerados mistos pelo JPMorgan, devido à volatilidade macroeconômica. No Brasil, a taxa de utilização subiu para 69%, com crescimento de 5% nas vendas de resinas, impulsionado por polietileno e PVC, refletindo normalização operacional e antecipação de demanda.

Nos Estados Unidos e Europa, a operação mostrou dados acima do esperado, com taxa de utilização de 79% e crescimento de 3% nas vendas, sustentado por retomada da demanda europeia e normalização pós-paradas. Já o México permanece com grandes desafios, reportando forte queda na taxa de utilização e das vendas, devido à menor disponibilidade de etano.

Os analistas do JPMorgan elevaram a recomendação das ações para “overweight” e o preço-alvo de R$ 10,50 para R$ 15, citando melhora dos fundamentos de mercado, oferta mais apertada e fortalecimento da governança após a reestruturação.

Os principais pontos a considerar sobre a Braskem (BRKM5) incluem:

  • Normalização das operações no complexo da Bahia, impulsionando a recuperação das taxas de utilização e da produção;
  • Menor oferta e importação de etano no México, levando a uma queda acentuada na utilização e nas vendas;
  • Normalização após as paradas para manutenção sustentou maior utilização e produção nos EUA e na Europa;
  • Spreads apresentaram um aumento modesto em algumas regiões, mas permanecem pressionados pela volatilidade contínua do mercado e pelos riscos externos.

Em resumo, a Braskem (BRKM5) tem uma disparada na B3 no dia dos resultados do 1T, com uma alta de 12,72% e uma alta de 7,50% por volta do meio-dia, a R$ 12,76, a maior alta do Ibovespa. Os analistas do JPMorgan elevaram a recomendação das ações para “overweight” e o preço-alvo de R$ 10,50 para R$ 15, citando melhora dos fundamentos de mercado, oferta mais apertada e fortalecimento da governança após a reestruturação.

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