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Primeiro-ministro eslovaco defende retirada de sanções contra petróleo e gás russos

Primeiro-ministro eslovaco defende retirada de sanções contra petróleo e gás russos

O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, defendeu a retirada das sanções impostas pela União Europeia (UE) sobre as importações de petróleo e gás russos. Essa medida, segundo Fico, ajudaria a enfrentar a crise energética decorrente da guerra na Ucrânia.

Em um comunicado após uma ligação com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, Fico destacou a importância de renovar o diálogo com a Rússia e garantir condições para que os Estados membros da UE possam obter suprimentos de gás e petróleo de todas as fontes, incluindo a Rússia.

A Hungria e a Eslováquia são exceções na UE por manterem relações com Moscou. Os preços do petróleo subiram significativamente desde que os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã começaram, retendo as remessas do Golfo Pérsico e criando uma grande interrupção no fornecimento de petróleo.

As nações da Europa Central tomaram medidas para esfriar o impacto dos altos preços na bomba de combustível para pessoas e empresas. No entanto, a UE estava importando apenas 1% de seu petróleo da Rússia no último trimestre de 2025, tendo reduzido as importações desde a invasão em grande escala da Ucrânia por Moscou em 2022.

A Hungria e a Eslováquia eram os únicos dois países da UE que ainda importavam petróleo russo em 27 de janeiro, quando Kiev disse que um ataque de drones russos atingiu equipamentos de oleodutos na Ucrânia, interrompendo os embarques de petróleo russo.

Medidas para enfrentar a crise

  • A Hungria e a Eslováquia acusaram a Ucrânia de atrasar deliberadamente os reparos para retomar o fluxo de petróleo através do oleoduto Druzhba.
  • A Ucrânia diz que está consertando o mais rápido possível.
  • Cinco outros países da União Europeia estão pedindo um imposto inesperado sobre os lucros das empresas de energia em reação ao aumento dos preços dos combustíveis.

Em resumo, o primeiro-ministro eslovaco defendeu a retirada das sanções contra o petróleo e gás russos para enfrentar a crise energética. Além disso, a Hungria e a Eslováquia estão trabalhando para retomar o fluxo de petróleo através do oleoduto Druzhba e pedindo um imposto sobre os lucros das empresas de energia.

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