Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai 4 mil pontos com guerra no radar
O Ibovespa opera em queda nos primeiros negócios desta sexta-feira, com investidores digerindo a postura mais “hawkish” de bancos centrais diante da guerra no Oriente Médio, alertando que o conflito pode reacender a inflação.
Caem as ações de VALE3, grandes bancos e varejistas, enquanto PETR4 avança com nova alta dos barris de petróleo. O dólar comercial sobe a R$ 5,25.
Uma breve queda nos preços do petróleo mais cedo no dia trouxe algum alívio temporário aos mercados, mas as negociações permaneciam voláteis e o nervosismo persistia, ressaltando o quão frágil ainda está a confiança dos investidores.
Operadores já não esperam um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) neste ano, enquanto os futuros apontam para mais de 50% de probabilidade de uma alta pelo Banco da Inglaterra no próximo mês.
Fontes disseram que o Banco Central Europeu pode precisar começar a discutir aumentos de juros em abril e possivelmente apertar a política monetária em junho, enquanto os mercados veem 50% de chance de uma alta pelo BCE em abril.
Israel e Irã lançaram novos ataques um contra o outro nesta sexta-feira, um dia depois de Teerã atingir uma refinaria de petróleo israelense e após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertar Israel contra novos ataques a um campo de gás offshore iraniano compartilhado com o Catar.
As principais notícias do dia incluem:
- Israel e Irã lançam mais ataques à medida que crise se aprofunda;
- Porta-voz da guarda do Irã é morto; Israel considera país prestes a ser dizimado;
- Grandes BCs mantêm opções em aberto enquanto operadores apostam em alta de juros;
- Petróleo WTI vira para alta, com mais 0,37%, a US$ 96,50; Brent segue negativo, com menos 0,26%, a US$ 108,37;
- Ibovespa renova mínima, com -2,20%, aos 176.313,48 pontos;
- Dólar comercial renova máxima, com +1,62%, a R$ 5,300.
Os mercados financeiros estão em alta volatilidade devido à guerra no Oriente Médio, e os investidores estão buscando informações atualizadas sobre o impacto do conflito na economia global.
O banco central dos EUA, o Federal Reserve, está sendo monitorado de perto pelos investidores, que buscam entender como a instituição irá reagir à crise.
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