Resumo das Ações da Riachuelo
As ações da Riachuelo (RIAA3) sofreram uma queda de cerca de 3% na segunda-feira (23) após a notícia de que a empresa está se preparando para lançar uma oferta primária entre R$400 milhões e R$500 milhões.
Os recursos captados irão diretamente para o caixa da empresa, representando cerca de 8% a 10% da atual capitalização de mercado da Riachuelo. O valor será utilizado para financiar o plano de abertura de lojas e aumentar a liquidez das ações.
Segundo o JPMorgan, após a oferta, o free float (percentual de ações em circulação no mercado) deve subir de 17% para em torno de 22% e 24%, com um preço médio de R$ 10,50 por ação. O banco manteve a recomendação Overweight (exposição acima da média) justificada pela tese fundamentada na melhoria da execução operacional.
Análise do Mercado
Os analistas do JPMorgan destacaram que, depois da operação, a empresa passará a atender ao requisito mínimo de 20% de ações em circulação exigido pelo segmento Novo Mercado da B3. Esse segmento reúne companhias com padrões mais elevados de governança corporativa.
O aumento da liquidez das ações tende a atrair novos investidores, com chance de ampliar a base acionária da companhia. Em relação à alavancagem, os recursos captados devem contribuir para reduzir o risco do plano de expansão.
Em resumo, as ações da Riachuelo caíram após a notícia da oferta primária, mas a avaliação do mercado é positiva, considerando o aumento da liquidez e a redução do risco do plano de expansão.
- Ações da Riachuelo caíram cerca de 3% após a notícia da oferta primária.
- Os recursos captados irão para o caixa da empresa e serão utilizados para financiar o plano de abertura de lojas e aumentar a liquidez das ações.
- O JPMorgan manteve a recomendação Overweight e projetou um crescimento médio anual composto de 17% no lucro por ação em cinco anos.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link