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Análise do Banco do Brasil (BBAS3) após o Balanço e Alta Recente da Ação

O Banco do Brasil (BBAS3) tem sido analisado com cautela pelo mercado, com uma predominância de recomendações neutras devido às dúvidas sobre a sustentabilidade dos resultados e a evolução da qualidade dos ativos. Embora o banco tenha reportado um lucro líquido ajustado de R$ 5,7 bilhões no 4º trimestre, acima das projeções, o ROE de 12,4% ainda está abaixo dos 20,8% de um ano antes.

Relatórios de instituições financeiras como JPMorgan, Goldman Sachs e BBI apontam incertezas ligadas ao ritmo de crescimento do crédito, à pressão sobre margens, ao volume elevado de operações prorrogadas e renegociadas e aos riscos no agronegócio. Isso contribui para a leitura mais conservadora por parte dos analistas.

No entanto, do ponto de vista técnico, o ativo mantém uma estrutura construtiva. O papel fechou a última sessão com alta de 1,53%, aos R$ 25,82, negociando acima das médias móveis, que seguem como suporte. O IFR (14) em 65,87 se aproxima da sobrecompra sem sinal de reversão.

  • Para que a tendência de alta ganhe continuidade, o papel precisa superar as resistências em R$ 26,09 e R$ 26,89.
  • Um rompimento consistente dessa faixa, preferencialmente acompanhado por aumento de volume, pode destravar alvos em R$ 27,66 e R$ 28,49.
  • No campo da correção, o ponto de atenção está na perda da região das médias, com suportes imediatos em R$ 25,20 e R$ 24,30.

Em resumo, o Banco do Brasil (BBAS3) apresenta um cenário técnico construtivo, mas com necessidade de superar resistências para continuar a tendência de alta. A análise técnica completa e os principais pontos de suporte e resistência são fundamentais para entender até onde as ações do Banco do Brasil podem ir.

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