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Ministro do STJ investigado por assédio sexual entra de licença médica

Caso de Assédio Sexual no STJ

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, entrou em licença médica após a abertura de uma sindicância para apurar acusações de assédio sexual contra ele. A decisão de abrir o processo administrativo foi tomada após uma reunião secreta do STJ, na qual Buzzi apresentou sua versão dos fatos e negou as acusações.

A vítima, uma jovem de 18 anos, é filha de amigos de Buzzi e estava passando o recesso do Judiciário no imóvel dele em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Segundo relatos da família, o ministro teria tentado agarrar a jovem à força, o que ele nega.

Investigação e Consequências

A sindicância será conduzida por uma comissão de três ministros do STJ: Isabel Gallotti, Antônio Carlos Ferrera e Raul Araújo. Se as acusações forem comprovadas, Buzzi poderá ser aposentado compulsoriamente.

Além da sindicância no STJ, o caso também está sendo investigado no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF). A família da vítima registrou uma ocorrência perante a Polícia Civil de São Paulo, que encaminhou o relato ao STF.

A licença médica de Buzzi foi apresentada um dia após a decisão de abrir a sindicância. O diagnóstico e o tempo que ele ficará afastado das atividades não foram divulgados.

  • O caso está sendo investigado em três frentes: STJ, CNJ e STF.
  • A vítima é filha de amigos de Buzzi e estava passando o recesso do Judiciário no imóvel dele.
  • A sindicância no STJ será conduzida por uma comissão de três ministros.

O caso é um exemplo de como as instituições brasileiras estão trabalhando para combater o assédio sexual e proteger as vítimas. A investigação e as consequências para o ministro dependerão dos resultados das apurações.

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