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Wagner Moura na Time: brasileiro na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo

Wagner Moura na Time: brasileiro na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo

O ator Wagner Moura foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da Time, ao lado de nomes como Zoe Saldaña, Nikki Glaser e Luke Combs no campo da cultura. O reconhecimento vem acompanhado de um perfil escrito pelo ator americano Jeremy Strong, que descreve a experiência de assistir ao ator no Festival de Cannes e o efeito que a atuação provocou.

Strong parte de uma percepção pessoal para falar do baiano, em vez de listar trabalhos ou revisitar a carreira de forma cronológica. Ele descreve a experiência de assistir ao ator no Festival de Cannes e o efeito que a atuação provocou, com uma condução que parte de um contexto específico e avança até um plano mais íntimo.

Ao longo do perfil, o astro de Succession combina admiração com observação direta. Na sua leitura, Wagner Moura não se limita a interpretar um papel: ele aparece como uma presença que organiza o que está em cena, conduzindo a narrativa com consciência do que está fazendo e do que quer provocar.

Alguns pontos destacados sobre Wagner Moura incluem:

  • Posicionamento e “algo de outra época”: Strong destaca a capacidade de Moura de se posicionar em cena e criar uma presença que organiza a narrativa.
  • Reconhecimento em Cannes: Moura foi reconhecido no Festival de Cannes, onde Strong o assistiu e foi impactado por sua atuação.
  • Trabalhos recentes: Moura tem trabalhado em projetos como Marighella, uma adaptação de Henrik Ibsen e trabalhos mais recentes no cinema.

Wagner Moura também fala sobre seu próprio caminho, lembrando a temporada de premiações de O Agente Secreto e o impacto de ver Diego Luna atuar sem esconder o sotaque. Ele também volta à formação em jornalismo, reconhecendo o que ficou: “Aquilo me deu base. Me ensinou a olhar o mundo e, principalmente, a tentar entender o outro. No fim, atuar passa por isso”.

Fora do perfil principal, a revista traz outro registro, mais cotidiano, assinado pela crítica Stephanie Zacharek. Para ela, pequenos detalhes como o vinil e o carro antigo e a pouca presença digital dão ao brasileiro “algo de outra época”. “Em um mundo acelerado, ele funciona quase como um antídoto”, avalia.

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