Reação da Venezuela ao Alerta de Segurança dos EUA
O governo da Venezuela reagiu fortemente a um alerta de segurança emitido pelos Estados Unidos, que recomenda que cidadãos americanos não viajem para o país e que aqueles já presentes deixem a Venezuela imediatamente. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela, o alerta se baseia em informações falsas e distorce a realidade interna do país.
O alerta dos EUA mantém a Venezuela no nível máximo de recomendação de viagem, citando riscos como detenções arbitrárias, atuação de grupos armados, interrupções frequentes de serviços e a impossibilidade de assistência consular. No entanto, o governo venezuelano afirma que o país vive um cenário de normalidade, com “absoluta calma, paz e estabilidade” em todos os centros povoados, vias de comunicação, pontos de controle e dispositivos de segurança.
Análise da Situação
A situação de segurança na Venezuela é considerada “fluida” pelas autoridades americanas, que pedem cautela redobrada. No entanto, o governo venezuelano não entra nos detalhes das acusações feitas pelos EUA, reafirmando seu compromisso com a proteção da paz, a estabilidade institucional e a convivência do povo venezuelano.
Além disso, o alerta americano foi divulgado em meio a detenções e liberações de presos na Venezuela. O governo anunciou que libertaria um “número significativo” de detidos como gesto em favor da paz, incluindo opositores políticos, ativistas, jornalistas e militares. No entanto, o governo nega a existência de presos políticos e afirma que os detidos conspiraram contra o Estado.
- Detenções arbitrárias
- Atuação de grupos armados
- Interrupções frequentes de serviços
- Impossibilidade de assistência consular
Em resumo, a Venezuela afirma que o alerta de segurança dos EUA distorce a realidade e cria uma “percepção de risco” que não existe. O governo venezuelano reafirma seu compromisso com a proteção da paz e a estabilidade institucional, enquanto as autoridades americanas pedem cautela redobrada devido à situação de segurança “fluida” no país.
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