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Vale a pena fazer um curso executivo no exterior?

Uma pesquisa da The Graduate Management Admission Council (GMAC) indica que 76% dos profissionais que investem em educação internacional relatam impacto direto na evolução da carreira, seja por meio de promoções, transições ou ampliação de responsabilidades.

Os programas executivos internacionais podem ser interessantes para acompanhar um novo modelo exigido pelo mercado de trabalho, em que as empresas pedem por uma abordagem mais dinâmica e liderança para além do conhecimento técnico.

Além do conteúdo acadêmico, a experiência internacional em programas executivos vai além da sala de aula, em vivências que ampliam o repertório dos participantes — o famoso networking. Esses tipos de curso ampliam a visão de mundo, desenvolvem adaptabilidade, autonomia, inteligência cultural e capacidade de atuar em ambientes diversos, que são competências cada vez mais valorizadas pelas empresas.

Quem pode se beneficiar de um curso executivo internacional?

  • Profissionais que desejam acelerar o crescimento;
  • Estão em transição de carreira;
  • Buscam ampliar repertório estratégico;
  • Querem se expor a novos contextos.

Para participar de um processo seletivo para um curso internacional, vale atualizar seu LinkedIn com as experiências e conhecimentos recentes, bem como modificá-lo para o idioma do país em que deseja estudar. Estudar mais o pitch pessoal para participar da entrevista, definindo objetivos claros também são dicas essenciais nesse processo.

Além disso, é importante lembrar que será necessário investimento, que pode ser alto, mas existem formatos mais acessíveis — especialmente os de curta duração — e bolsas parciais significativas.

O que fazer após o final do curso executivo internacional?

O pós-curso é ainda mais essencial, pois é nesta etapa que o profissional pode não apenas mostrar seus resultados no currículo, LinkedIn e processos seletivos, mas também manter contato com professores, colegas, empresas visitadas.

Mais importante do que simplesmente informar que fez um curso no exterior é conseguir traduzir quais competências foram desenvolvidas e quais aprendizados foram aplicados na prática.

Para mostrar ao mercado de trabalho, o ideal é adicionar o curso no currículo e no LinkedIn, destacando o nome da instituição, o tema estudado e, principalmente, os resultados ou conhecimentos adquiridos.

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