TSE Reforça Informação sobre Empresa de Urnas Eletrônicas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reiterou que a empresa Smartmatic, mencionada pelo senador Flávio Bolsonaro, nunca forneceu urnas eletrônicas para as eleições brasileiras. Essa posição foi reafirmada após o senador questionar a origem e a confiabilidade das urnas em uma reunião com embaixadores.
De acordo com o TSE, a Smartmatic não tem relação com a produção ou fornecimento de urnas eletrônicas para o Brasil. A empresa apenas participou do treinamento de profissionais que prestaram suporte técnico e operacional para as urnas brasileiras, conforme matéria de 2020 divulgada pelo tribunal.
Reunião com Embaixadores e Críticas às Urnas
Na reunião com embaixadores, Flávio Bolsonaro citou suspeitas de fraude em urnas fabricadas pela Smartmatic, empresa de origem venezuelana, e disse que muitas das máquinas utilizadas nas eleições brasileiras têm a mesma origem. No entanto, o senador afirmou não estar questionando o sistema eleitoral brasileiro, mas sim defendendo a presença de observadores internacionais para reforçar a transparência.
Representantes de várias embaixadas, incluindo os Estados Unidos, China, Israel, Alemanha e Reino Unido, estiveram presentes na reunião. O ex-presidente Jair Bolsonaro, pai de Flávio, já foi condenado por disseminar informações falsas sobre as urnas eletrônicas em uma reunião similar em 2022.
Posição do TSE e Transparência Eleitoral
O TSE ainda não se manifestou sobre as críticas específicas feitas por Flávio Bolsonaro, mas reafirmou a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro. A presença de observadores internacionais nas eleições é vista como uma medida para reforçar a transparência e a credibilidade do processo eleitoral.
As seguintes são algumas das principais informações sobre o caso:
- A Smartmatic nunca forneceu urnas eletrônicas para as eleições brasileiras.
- A empresa apenas participou do treinamento de profissionais que prestaram suporte técnico e operacional para as urnas brasileiras.
- Flávio Bolsonaro defendeu a presença de observadores internacionais para reforçar a transparência nas eleições.
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