Controvérsia em torno de vídeo publicado por Trump
O presidente Donald Trump compartilhou um vídeo que gerou grande controvérsia, pois nele, o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama são retratados como macacos. O vídeo, que tem 62 segundos de duração, inclui teorias da conspiração sobre supostas irregularidades na eleição presidencial de 2020.
O trecho que mostra os Obamas como macacos é acompanhado da música “The Lion Sleeps Tonight” e parece ter sido tirado de um material publicado em outubro por um usuário da rede social X. No vídeo original, vários democratas de destaque, incluindo Hillary Clinton, Alexandria Ocasio-Cortez, Joe Biden e Kamala Harris, são mostrados como zebras, girafas e outros animais, enquanto Trump é retratado como um leão.
Reações à publicação do vídeo
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, classificou a reação ao vídeo como “indignação falsa” e afirmou que se tratava de um “vídeo-meme da internet” que retrata Trump como o rei da selva e os democratas como personagens de O Rei Leão. No entanto, a comparação dos Obamas com macacos reforça um estereótipo racista histórico, usado para desumanizar pessoas negras e justificar violência.
A assessoria do governador da Califórnia, Gavin Newsom, condenou a postagem de Trump, chamando o episódio de “comportamento nojento” e pedindo que todos os republicanos condenem o ato. Desde que voltou à Presidência, Trump e sua equipe têm frequentemente zombado de Barack Obama ou espalhado acusações falsas contra ele.
- Trump tem um histórico de fazer comentários depreciativos sobre pessoas negras, mulheres e imigrantes.
- A publicação do vídeo gerou grande controvérsia e reações negativas de várias personalidades políticas.
- A comparação dos Obamas com macacos é considerada um estereótipo racista e ofensivo.
Em resumo, a publicação do vídeo por Trump gerou grande controvérsia e reações negativas, devido à comparação ofensiva dos Obamas com macacos. A secretária de imprensa da Casa Branca tentou minimizar a reação, mas a maioria das personalidades políticas condenou o ato como inapropriado e ofensivo.
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