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Trump chama repórter de ‘falso’ e diz que cobertura da guerra no Irã é ‘traidora’

Trump e a Imprensa: Um Conflito em Curso

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está novamente no centro de uma controvérsia envolvendo a imprensa. Em uma conversa com o correspondente David Sanger, do jornal The New York Times, Trump o chamou de “falso” e acusou a cobertura da guerra no Irã de ser “traidora”.

Essa não é a primeira vez que Trump ataca a imprensa. Na terça-feira anterior, ele havia chamado uma jornalista de “pessoa burra”. O presidente americano tem um histórico de ataques a profissionais da imprensa, especialmente mulheres.

A Conversa com David Sanger

Na conversa com Sanger, Trump se irritou com uma pergunta sobre o que vem a seguir no conflito contra o Irã e quão realista era a possibilidade de novos bombardeios americanos. Trump respondeu que não queria dizer quando os bombardeios começariam, mas afirmou que o Irã nunca teria uma arma nuclear.

Sanger insistiu no tema e questionou a utilidade dos 38 dias de bombardeio se o presidente não havia obtido mudanças políticas no Irã. Trump respondeu que havia obtido uma vitória militar total e que a imprensa “fake news” estava escrevendo de forma incorreta.

Acusações e Ameaças

Trump acusou Sanger e o The New York Times de distorcerem fatos sobre o conflito no Oriente Médio. Ele também afirmou que os EUA eliminaram todos os líderes do primeiro e segundo escalão do Irã e que os iranianos estavam “muito confusos”.

Além disso, Trump ameaçou destruir as pontes e a capacidade elétrica do Irã em dois dias. Ele também criticou o The New York Times e a CNN, dizendo que eram os “piores” e que os assinantes do jornal haviam caído muito devido à “fake news”.

  • Trump chamou David Sanger de “falso” e acusou a cobertura da guerra no Irã de ser “traidora”.
  • Ele afirmou que havia obtido uma vitória militar total no conflito contra o Irã.
  • Trump ameaçou destruir as pontes e a capacidade elétrica do Irã em dois dias.

Essas declarações de Trump são mais um exemplo de seu histórico de ataques à imprensa e à liberdade de expressão. A relação entre o presidente americano e a imprensa continua a ser tensa e conflituosa.

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