Tarcísio Reitera Apoio a Flávio para Presidência
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, reiterou seu apoio ao senador Flávio Bolsonaro para a Presidência da República na eleição de outubro deste ano. Em entrevista a jornalistas, Tarcísio afirmou que seu projeto é reeleger-se para o comando do governo paulista e não disputar a Presidência.
Ele negou ter tido a intenção de disputar a Presidência e explicou que uma publicação no Instagram em que diz que o Brasil precisa de “um novo CEO” foi um desabafo contra o PT. “Nunca desisti da candidatura à Presidência, porque nunca teve essa candidatura. Nunca teve esse projeto. É engraçado que vocês não acreditam, mas eu sempre falei que meu projeto é reeleição, reeleição, reeleição”, disse o governador.
Posição de Tarcísio e Flávio
Tarcísio afirmou que Flávio é um grande nome e que ele é o seu candidato, com o qual terá o apoio do governador. Já Flávio disse que sua candidatura não tem volta e que buscará unir seu campo político. A decisão de Bolsonaro de indicar Flávio como seu candidato gerou turbulências no mercado financeiro, que vê no senador uma capacidade inferior à do governador para atrair o eleitorado de centro.
Uma pesquisa recente mostrou Flávio bem à frente de Tarcísio no cenário de primeiro turno em que ambos aparecem como candidatos. No entanto, o desempenho dele é parecido com o do governador contra Lula nos cenários de primeiro turno em que apenas um deles aparece como candidato e nas simulações de segundo turno contra o petista.
- Flávio Bolsonaro é o candidato apoiado por Tarcísio de Freitas para a Presidência.
- Tarcísio de Freitas afirmou que seu projeto é reeleger-se para o comando do governo paulista.
- A decisão de Bolsonaro de indicar Flávio como seu candidato gerou turbulências no mercado financeiro.
Em resumo, Tarcísio de Freitas reiterou seu apoio a Flávio Bolsonaro para a Presidência e afirmou que seu projeto é reeleger-se para o comando do governo paulista. A decisão de Bolsonaro de indicar Flávio como seu candidato gerou turbulências no mercado financeiro, que vê no senador uma capacidade inferior à do governador para atrair o eleitorado de centro.
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