Defesa de Bolsonaro e Sucessão Antecipada
Os governadores Tarcísio de Freitas, Ratinho Júnior e Romeu Zema saíram publicamente em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi preso no sábado, criticando a decisão do ministro Alexandre de Moraes. Tarcísio de Freitas afirmou que Bolsonaro “é inocente e o tempo mostrará”, enquanto Ratinho Júnior destacou a “insensibilidade do Poder Judiciário” e Romeu Zema classificou a medida como “revanchismo político” e “arbitrária”.
Essas manifestações ocorrem no momento em que partidos do campo conservador admitem que a sucessão de Bolsonaro pode ser antecipada. Tarcísio de Freitas, apontado como preferido do Centrão para assumir o legado de Bolsonaro, defendeu o ex-presidente, afirmando que ele tem enfrentado ataques e “todas as injustiças com a firmeza e a coragem de poucos”.
Reações e Análises
As reações dos governadores e lideranças do Congresso confirmam que a prisão de Bolsonaro deve acelerar a reorganização da direita e antecipar a disputa interna por um sucessor. Com o ex-presidente fora do jogo eleitoral, partidos veem a necessidade de definir ainda em 2025 quem deve liderar o campo conservador em 2026.
- Ratinho Júnior afirmou que a prisão demonstra “insensibilidade do Poder Judiciário” e enviou solidariedade à família.
- Romeu Zema adotou um tom mais duro, afirmando que “a injustiça prevaleceu” e que a medida é “revanchismo político” e um sinal de “silenciamento opositor”.
- Outras lideranças conservadoras, como a senadora Tereza Cristina e o presidente do PP, Ciro Nogueira, também se manifestaram em defesa de Bolsonaro.
A prisão de Bolsonaro pode unificar o centro e a direita na eleição, com a provável candidatura presidencial de Tarcísio de Freitas, avalia o analista político Leopoldo Vieira.
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