Startups: Web Summit “de malas prontas” para desembarcar na China?
O Web Summit, um dos principais eventos de tecnologia do mundo, está prestes a expandir sua presença global e pode em breve ter uma edição na China. De acordo com o fundador e CEO do Web Summit, Paddy Cosgrave, a emergência de mercados como a China e o Brasil mostra que tendências globais podem vir de outros lugares e desafiar a hegemonia do Vale do Silício.
Em uma coletiva de imprensa durante o Web Summit Rio, Paddy destacou que o evento está “ativamente conversando com várias cidades” na China e que, quando encontrarem o “casamento perfeito”, como o que têm com o Rio, compartilharão a notícia. Ele não entrou em detalhes sobre quando ou onde a edição chinesa do Web Summit deve acontecer, mas mencionou que pode ser em Hong Kong, Guangzhou ou Shenzhen.
Expansão global do Web Summit
O Web Summit atualmente tem eventos em quatro cidades: Lisboa, Rio de Janeiro, Vancouver (Canadá) e Doha (Catar). A expansão para a China faz parte da estratégia do evento de se tornar um encontro global de tecnologia, com uma presença forte em diferentes regiões do mundo.
Além disso, Paddy destacou que a ponte com a Ásia passa pelo próprio Rio e que a presença chinesa no evento deve crescer nos próximos anos. Ele também mencionou que a ascensão tech da China deve dominar a próxima edição do Web Summit em Lisboa, com um grande tema sendo os modelos de código aberto chineses versus os modelos ocidentais fechados.
- O Web Summit está expandindo sua presença global e pode em breve ter uma edição na China.
- A emergência de mercados como a China e o Brasil mostra que tendências globais podem vir de outros lugares e desafiar a hegemonia do Vale do Silício.
- O evento está “ativamente conversando com várias cidades” na China para encontrar o “casamento perfeito” para a edição chinesa.
Com a expansão para a China, o Web Summit busca se tornar um encontro global de tecnologia, com uma presença forte em diferentes regiões do mundo. Além disso, a ascensão tech da China e a presença de empresas chinesas no evento devem crescer nos próximos anos.
É importante notar que o banco central brasileiro está tendo reuniões com outros bancos centrais no Hemisfério Sul para discutir a implementação do Pix, um sistema de pagamento que pode revolucionar o mercado de fintechs.
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