Resumo do Ano Econômico de 2025
O ano de 2025 foi marcado por desafios e surpresas na economia brasileira. A taxa de juros, conhecida como Selic, alcançou 15% em junho e permaneceu nesse patamar, refletindo um ambiente de aperto monetário. Esse cenário foi influenciado pelo mercado de trabalho resiliente e pela renda recorde, que pressionaram a inflação e exigiram uma postura de “vigilância extrema” do Banco Central.
Além disso, o “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros representou um desafio significativo para a diplomacia econômica. No entanto, a desvalorização do dólar e a exportação de deflação da China ajudaram a mitigar os efeitos negativos sobre a inflação. O mercado de trabalho aquecido, com taxas de desemprego em níveis históricos e renda recorde, também foi um fator importante.
Principais Pontos do Ano Econômico
- A Selic atingiu 15% em junho e permaneceu nesse patamar, indicando um ambiente de aperto monetário.
- O “tarifaço” imposto pelos EUA sobre produtos brasileiros foi um desafio para a diplomacia econômica, mas sua retirada parcial aliviou a pressão.
- A desvalorização do dólar e a exportação de deflação da China contribuíram para reduzir a inflação.
- O mercado de trabalho apresentou taxas de desemprego em níveis históricos e renda recorde.
- A Bolsa bateu recorde, impulsionada pelo ciclo de corte de juros nos EUA e pela rotação global de capital.
A atividade econômica em 2025 foi marcada por uma desaceleração suave, com o PIB crescendo 1,4% no primeiro trimestre e desacelerando nos trimestres subsequentes. O consumo das famílias e os serviços atingiram patamares recordes, mas a indústria recuou. A economia “andou de lado” em 2025, com uma projeção de crescimento do PIB de 2,2% para o ano consolidado, de acordo com o Itaú.
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