Secretário de Defesa dos EUA usa Bíblia para comparar repórteres a inimigos de Jesus
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, utilizou escrituras bíblicas para atacar a mídia, comparando os repórteres a adversários judeus de Jesus Cristo que planejavam destruí-lo. Essa declaração foi feita em uma entrevista no Pentágono, durante a qual Hegseth discutiu a guerra do Irã e a cobertura da mídia sobre o assunto.
Hegseth acredita que a mídia está sendo injusta com o governo dos EUA e com o presidente Donald Trump, e que está procurando apenas o negativo em suas ações. Ele também mencionou que os corações da imprensa estão endurecidos contra Trump, assim como os fariseus estavam contra Jesus.
Essa não é a primeira vez que Hegseth e Trump recorrem à linguagem cristã para discutir a guerra. Recentemente, ambos chamaram o resgate de um aviador norte-americano abatido no Irã de “milagre”. Além disso, Hegseth orou para que as tropas fossem capazes de realizar “uma ação de violência avassaladora contra aqueles que não merecem misericórdia” em uma cerimônia de oração no mês passado.
Reações à declaração de Hegseth
A declaração de Hegseth gerou reações fortes, especialmente do papa Leão, que é um crítico da guerra. Menos de uma hora após a coletiva de imprensa do Pentágono, Leão postou no X: “Ai daqueles que manipulam a religião e o próprio nome de Deus para seu próprio ganho militar, econômico e político, arrastando o que é sagrado para a escuridão e a sujeira”.
Além disso, a declaração de Hegseth também gerou críticas de especialistas em história e política, que acreditam que o governo Trump está utilizando a linguagem religiosa de forma clara e inequívoca para justificar suas ações.
- Hegseth é um crítico frequente da mídia dos EUA, que ele diz ser tendenciosa contra Trump.
- A declaração de Hegseth é mais um exemplo da disputa crescente entre o governo Trump e a mídia.
- A utilização da linguagem religiosa pelo governo Trump é um tema controverso e pode ter implicações significativas para a política e a sociedade.
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