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Rodrigues: se Congresso não confundir terrorismo e crime organizado, terá apoio da PF

Posição da Polícia Federal sobre o Projeto de Lei Antiterrorismo

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, expressou a posição da instituição em relação ao projeto de lei (PL) Antiterrorismo, enfatizando a importância de não confundir terrorismo e crime organizado. Segundo ele, o enfrentamento ao terrorismo é uma atribuição exclusiva da Polícia Federal.

Rodrigues destacou que, se o Congresso não confundir esses dois institutos diferentes, a proposta terá o apoio da PF, além de contribuições da instituição. Ele ressaltou que a mistura legislativa entre crime organizado e terrorismo só traria prejuízos para a investigação, pois são fins, propósitos, mecanismos de articulação e enfrentamento diferentes.

Operação no Rio de Janeiro e Desafios da Segurança Pública

Questionado sobre a Megaoperação Contenção, realizada em outubro nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, Rodrigues sustentou que é preciso identificar lideranças e tocar ações efetivas, evitando apenas “enxugar gelo”. Ele enfatizou a necessidade de coordenação, articulação e comunicação entre as forças de segurança para enfrentar o crime organizado.

Além disso, o diretor-geral informou que o efetivo atual da PF é de pouco menos de 13 mil policiais e 2 mil servidores administrativos, e defendeu a ampliação do efetivo, não apenas com mais pessoal, armas e viaturas, mas também com investimentos em tecnologias e capacidade operacional.

Desafios e Propostas para a Segurança Pública

Rodrigues apresentou algumas propostas para melhorar a segurança pública, incluindo:

  • A ampliação do número de indiciamentos e a melhoria da qualidade das operações;
  • A promoção da descapitalização do crime organizado;
  • O investimento em tecnologias e capacidade operacional;
  • A articulação e coordenação entre as forças de segurança.

Em resumo, a Polícia Federal defende a importância de não confundir terrorismo e crime organizado, e propõe a ampliação do efetivo, investimentos em tecnologias e capacidade operacional, além da articulação e coordenação entre as forças de segurança para enfrentar os desafios da segurança pública.

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