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Review Saros | Acessível, frenético e viciante: o novo acerto do PlayStation

Review Saros: Acessível, Frenético e Viciante

O estúdio finlandês Housemarque lançou Saros, um shooter roguelite em terceira pessoa com temática sci-fi pesada. O jogo segue Arjun Devraj, um executor em uma missão no planeta metamorfo Carcossa, com o objetivo de encontrar três expedições desaparecidas do programa Echelon.

Saros é um grande salto em relação ao seu antecessor, Returnal, com mecânicas como o Escudo de Energia, que tornam a aventura de 2021 parecer séculos atrasada. O jogo tem um foco grande em ação frenética e abandona os traços roguelike de seu antecessor, abraçando elementos de roguelite menos punitivos.

Recursos e Características

  • Segunda Chance: permite que Arjun Devraj retorne à ação após perder sua barra de vida pela primeira vez em um ciclo.
  • Escudo de Energia: tecnologia Soltari que absorve projéteis azuis e transforma-os em energia para usar habilidades especiais.
  • Modo Eclipse: torna o jogo mais desafiador e caótico, com inimigos mais agressivos e recompensas melhores.
  • Árvore de habilidades permanentes: acessível a partir do Primário, permite que Arjun evolua suas habilidades e desbloqueie novos bônus.

O jogo também apresenta uma variedade de armas enxuta, mas com variações muito bem-vindas, e um gun-play prazeroso que combina com o ritmo frenético e de precisão que Carcossa exige.

Conclusão

Saros é um shooter muito consistente, com poucos deslizes e que prioriza, acima de tudo, a gameplay. O jogo é difícil no começo e fica ainda mais intenso no final, mas não é frustrante. Com belos gráficos e recursos que facilitam as missões em Carcossa sem banalizar o desafio, Saros é uma experiência sólida, divertida e viciante.

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