Registro da União Progressista Atrasa devido a Erro na Documentação
A formalização da União Progressista, uma federação formada pela União Brasil e o PP, sofreu um atraso significativo. O cartório de Brasília responsável pelo registro recusou a ata enviada devido ao uso de apelidos em vez dos nomes civis dos dirigentes do PP. Esse erro viola as exigências formais necessárias para o registro.
Entre os casos apontados estão o ministro dos Esportes, André Fufuca, e o deputado Dudu da Fonte (PE). Como resultado, toda a ata teve de ser refeita, incluindo a coleta de novas assinaturas. Isso significa que o processo de registro da União Progressista será adiado.
Consequências do Atraso
A ata foi protocolada na quarta-feira (19), e o cartório tem até 15 dias úteis para analisar o material. Se o prazo for cumprido integralmente, a federação só deve estar apta a ser homologada pelo TSE na segunda semana de dezembro. A União Progressista, quando oficializada, terá 109 deputados e 15 senadores, tornando-se a maior força do Congresso.
No entanto, a federação nasce em meio a divergências sobre a eleição presidencial de 2026. Há tensões internas devido a discordâncias sobre candidaturas viáveis e alianças estaduais. O presidente do PP, Ciro Nogueira, afirmou que apenas Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior representam candidaturas viáveis da oposição, o que gerou reações de outros membros da federação.
Tensões Internas
Além disso, há discordâncias sobre alianças estaduais para 2026. O governador Ronaldo Caiado reagiu às declarações de Ciro Nogueira, afirmando que o senador tem “interesses pessoais”, em referência à possibilidade de Ciro ser vice de Tarcísio. Essas tensões internas podem afetar a coesão e a eficácia da União Progressista no futuro.
Em resumo, o registro da União Progressista foi atrasado devido a um erro na documentação, e a federação enfrenta desafios internos devido a divergências sobre a eleição presidencial de 2026 e alianças estaduais.
- A União Progressista terá 109 deputados e 15 senadores quando oficializada.
- A federação nasce em meio a divergências sobre a eleição presidencial de 2026.
- Há tensões internas devido a discordâncias sobre candidaturas viáveis e alianças estaduais.
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