Polícia Civil de Pernambuco e o Caso de Monitoramento
A governadora Raquel Lyra (PSD) defendeu a Polícia Civil de Pernambuco após a denúncia de que a instituição monitorou o secretário de Articulação Política da Prefeitura de Recife, Gustavo Monteiro. Segundo Lyra, a Polícia fez “o seu papel dentro da legalidade” ao investigar uma denúncia grave de corrupção.
A Polícia Civil iniciou as diligências preliminares após receber uma denúncia anônima sobre o suposto pagamento de propina a um servidor público do município do Recife. A investigação não encontrou evidências e, portanto, um inquérito não foi aberto. As autoridades negam irregularidades no procedimento.
No entanto, o prefeito de Recife, João Campos (PSB), criticou a conduta da Polícia Civil, afirmando que as diligências sem ordem judicial configuram perseguição com motivação política. O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, defendeu a conduta da Polícia Civil, afirmando que o procedimento foi regular e que não é necessário autorização judicial para instalar o equipamento usado para rastrear o carro.
Os parlamentares ligados ao grupo político de Campos também criticaram a Polícia Civil, classificando a conduta das autoridades como “inadmissível” e se referindo ao episódio como um caso de espionagem. A prefeitura do Recife repudiou qualquer tentativa de uso indevido das forças policiais de Pernambuco para perseguição política.
- A Polícia Civil de Pernambuco iniciou as diligências preliminares após receber uma denúncia anônima sobre o suposto pagamento de propina.
- A investigação não encontrou evidências e, portanto, um inquérito não foi aberto.
- As autoridades negam irregularidades no procedimento.
- O prefeito de Recife, João Campos, criticou a conduta da Polícia Civil, afirmando que as diligências sem ordem judicial configuram perseguição com motivação política.
O caso gerou uma nova frente de embate entre Lyra e Campos, com ambos apresentando versões diferentes sobre o ocorrido. A governadora defendeu a Polícia Civil, enquanto o prefeito criticou a conduta da instituição.
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