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“Próximo rebaixamento será de Lula”: oposição celebra queda de escola no Rio

Polêmica no Carnaval do Rio

O rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói para a Série Ouro, segundo escalão do carnaval carioca, gerou celebração entre políticos de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A agremiação havia realizado um desfile em homenagem a Lula e uma ala que ironizou a “família em conserva”, o que gerou críticas de parlamentares da direita.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi um dos que celebraram o rebaixamento, afirmando que “o próximo rebaixamento vai ser do Lula e do PT”. Ele também compartilhou uma imagem do desfile com homens caracterizados como enlatados, com selo de “família”, e adicionou a legenda: “Acadêmicos de Niterói rebaixada! Quem ataca família não merece aplauso”.

Reações da Oposição

Outros políticos alinhados à oposição também comemoraram o resultado. O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), afirmou que a escola “desagradou a maioria” e “usou a máquina pública” para realizar o desfile. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) disse que o rebaixamento da agremiação mostra que Lula está “afundando o Brasil”.

  • O deputado federal Zé Trovão (PL-SC) escreveu: “A escola de samba já foi; em outubro será a vez de rebaixarmos o Lula ao esquecimento”.
  • A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) afirmou que “a vida vai imitar a arte” e acusou a escola de cometer crime eleitoral.
  • O senador Sérgio Moro (União-PR) classificou o rebaixamento como um “presságio”, enquanto o senador Rogério Marinho (PL-RN) afirmou que a tentativa de transformar o carnaval em palanque “acabou recebendo a resposta mais simbólica possível”.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também ironizou o resultado, afirmando que “a gente fica muito triste com uma notícia dessas”.

Críticas e Representações na Justiça

A oposição a Lula já havia criticado o desfile da Acadêmicos de Niterói na segunda-feira, 16, e o Partido Novo anunciou que acionará novamente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a inelegibilidade do presidente. A Frente Parlamentar Católica e a Frente Parlamentar Evangélica no Congresso também criticaram o desfile, afirmando que o conteúdo exibido desrespeitou a fé cristã.

O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, minimizou as críticas ao desfile e classificou como “ridícula” a tentativa de transformar a homenagem a Lula em desgaste político.

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