Queda das Petroleiras: Um Reflexo da Baixa do Petróleo
As ações das petroleiras iniciaram a quarta-feira em queda, seguindo um movimento negativo generalizado no setor. Isso se deve à expectativa de uma possível redução na tensão no Oriente Médio, o que pode levar a uma diminuição na demanda por petróleo.
Entre as empresas afetadas, a Petrobras registrou perdas significativas. A Petrobras ON (PETR3) recuou 1,69%, enquanto a Petrobras PN (PETR4) caiu 1,48%. Já as empresas independentes, como a PRIO (PRIO3), também apresentaram desempenho negativo, com baixa de 1,51%. A PetroRecôncavo (RECV3) e a Brava (BRAV3) também registraram quedas, com 1,21% e 3,25%, respectivamente.
A queda do petróleo é um fator importante nesse cenário. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o conflito contra o Irã deve terminar em “duas semanas”, o que pode levar a uma redução na tensão no Oriente Médio e, consequentemente, a uma diminuição na demanda por petróleo. Isso refletiu na sessão de queda do petróleo, com o brent para junho caindo 1,23%, a US$ 102,69 o barril.
- Petrobras ON (PETR3): recuou 1,69%, a R$ 53,00
- Petrobras PN (PETR4): caiu 1,48%, para R$ 47,95
- PRIO (PRIO3): baixa de 1,51%, negociada a R$ 65,21
- PetroRecôncavo (RECV3): caía 1,21%, encerrando o dia a R$ 13,86
- Brava (BRAV3): baixa de 3,25%, a R$ 19,90
É importante notar que a alta do brent para maio, que saltou 63% apenas em março, foi a maior alta mensal desde 1988. No entanto, a expectativa de uma possível redução na tensão no Oriente Médio pode levar a uma diminuição na demanda por petróleo e, consequentemente, a uma queda nas ações das petroleiras.
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