Poupança tem retirada líquida de R$ 11,1 bilhões em março
O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em março deste ano, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 11,1 bilhões, de acordo com relatório divulgado pelo Banco Central.
No mês passado, foram aplicados R$ 369,6 bilhões, contra saques da ordem de R$ 380,7 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,3 bilhões. O saldo da poupança é de quase R$ 1 trilhão.
As razões para os saques incluem a manutenção da taxa básica de juros em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para garantir que a meta de 3% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) seja alcançada.
Algumas das principais informações sobre a poupança incluem:
- Retiradas líquidas de R$ 11,1 bilhões em março;
- Saldo da poupança de quase R$ 1 trilhão;
- Rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,3 bilhões.
No primeiro trimestre deste ano, a caderneta já acumula R$ 41,2 bilhões em retiradas líquidas. A inflação de março, já com os possíveis impactos da guerra no Oriente Médio, será divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Banco Central é responsável por garantir que a meta de inflação seja alcançada, e a Selic é uma das principais ferramentas utilizadas para isso. Com a manutenção da taxa básica de juros em alta, é provável que os saques na poupança continuem.
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