Caso de Morte de Jovem em Salto de Rope Jump
A Polícia Civil de São Paulo prendeu três novos suspeitos em relação à morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que ocorreu durante um salto de rope jump em Limeira, no interior do estado. A jovem foi jogada de uma ponte sem corda de proteção por instrutores do esporte radical.
Os suspeitos presos incluem uma mulher e dois homens, cujas identidades não foram reveladas. Além disso, outros três instrutores estão presos sob suspeita de crimes associados à morte de Maria Eduarda. Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra e Vitor de Freitas Gonçalves, responsáveis por auxiliar Maria Eduarda no salto, foram transferidos para o Centro de Detenção Provisória II (CDP) de Guarulhos.
Investigação
A Polícia Civil investiga o caso como homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de provocar a morte mesmo sem a intenção direta de matar. A delegada Andrea Levy, responsável pela investigação, afirmou que os três funcionários presos não se lembram de quem deveria instalar ou fiscalizar os equipamentos de segurança.
Além disso, a polícia também apura o desaparecimento de uma câmera que estaria com a jovem no momento da queda. A prefeitura de Limeira afirmou que vai processar a União por “omissão” em relação à fiscalização e manutenção da Ponte do Esqueleto.
Posicionamento da União
A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) lamentou a morte trágica de Maria Eduarda e afirmou que a ponte pertence a um trecho não implantado do ramal da RFFSA entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de propriedades particulares.
A SPU também afirmou que a transferência patrimonial para a superintendência da SPU de São Paulo foi finalizada em março de 2026. Os responsáveis pela operação do salto de rope jump afirmaram não saber explicar por que a jovem foi lançada da ponte sem as cordas de segurança.
- Três novos suspeitos foram presos em relação à morte de Maria Eduarda.
- A Polícia Civil investiga o caso como homicídio com dolo eventual.
- A prefeitura de Limeira vai processar a União por “omissão” em relação à fiscalização e manutenção da Ponte do Esqueleto.
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