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Polícia Desmonta Fazendas de Criptomoedas em Alagoas por Furto de Energia e Água

A Polícia Civil de Alagoas realizou uma operação na última sexta-feira (9) para investigar a atuação de quatro fazendas de mineração de criptomoedas instaladas de forma irregular na zona rural de Porto Real do Colégio. Essas fazendas estavam consumindo altas quantidades de energia e água, o que afetou o cotidiano dos moradores da região.

De acordo com os investigadores, as estruturas passaram a funcionar nos últimos meses e alteraram o cotidiano dos moradores da região devido ao alto consumo de energia e de água. A operação desmantelou os locais e apreendeu equipamentos de alto desempenho utilizados para manter as máquinas em funcionamento.

Problemas na Região

As fazendas de mineração de criptomoedas operavam com altíssimo consumo de energia elétrica e de água, o que acabou afetando diretamente as comunidades próximas. O grupo teria furtado cerca de 200 mil kWh de energia, quantidade suficiente para abastecer aproximadamente mil residências.

O volume de água desviado ainda está sendo apurado. O funcionamento dessas fazendas trouxe prejuízos aos moradores do entorno, que sofreram com quedas de energia e danos a aparelhos domésticos.

  • O consumo ilegal de energia era de tamanho vulto que causava instabilidade e picos de energia nos arredores, provocando a queima de aparelhos eletrodomésticos e prejuízos significativos à população inocente.
  • As máquinas utilizadas na atividade funcionavam sem interrupção, em esquema 24 horas por dia, para garantir a rentabilidade da mineração, o que gerava muito barulho na região e atrapalhava os moradores do entorno.

A Polícia Civil está colaborando com as investigações para identificar os responsáveis, que, segundo a Polícia Civil, não residem na região. Os proprietários do esquema seriam pessoas de fora da cidade, que, há alguns meses, alugaram imóveis locais para instalar o maquinário.

No caso do uso de água, a Polícia Civil destacou que a captação direta de rios federais, como o São Francisco, só pode ocorrer com autorização da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Essa outorga define prazo e condições específicas para o uso, considerando fatores como a quantidade de água solicitada, a finalidade da extração, a disponibilidade hídrica do curso d’água e a preservação ambiental.

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