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PL pede que PGR investigue PT por vídeo associando Flávio Bolsonaro ao Banco Master

Investigação sobre Vídeo que Associa Flávio Bolsonaro ao Banco Master

O deputado federal Ubiratan Sanderson, do Partido Liberal (PL), solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue o Partido dos Trabalhadores (PT) por um vídeo que associa o senador Flávio Bolsonaro ao escândalo do Banco Master. O vídeo, divulgado durante o 8º Congresso Nacional do PT, afirma que Flávio Bolsonaro teria recebido uma “mansão de R$ 6 milhões em Brasília” como parte do esquema.

Segundo o deputado Sanderson, a ligação de Flávio com o Master é feita com relatos apresentados como fatos comprovados e uso de expressões de forte apelo emocional. No entanto, não há investigação formal que vincule o senador ao escândalo. A assessoria de Flávio Bolsonaro afirmou que as acusações são “mentirosas e absurdas”.

O deputado solicita a abertura imediata de investigação para apurar a produção e a disseminação do vídeo, com a identificação dos responsáveis e a análise do conteúdo dentro da legislação eleitoral. Além disso, pede a adoção de medidas urgentes para interromper a circulação do material, caso sejam constatadas irregularidades, e o eventual envio do caso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a responsabilização dos envolvidos.

Motivos da Solicitação

  • A falta de investigação formal que vincule Flávio Bolsonaro ao escândalo do Banco Master.
  • A utilização de expressões de forte apelo emocional para associar o senador ao esquema.
  • A necessidade de apurar a produção e a disseminação do vídeo para evitar a propagação de desinformação.

O vídeo foi divulgado para apoiadores durante o 8º Congresso Nacional do PT, em Brasília. O partido lembra que o Master foi autorizado a operar em 2019, durante o governo Jair Bolsonaro, e que o cunhado de Vorcaro, Fabiano Zettel, doou R$ 5 milhões para as campanhas de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, e para o próprio Jair Bolsonaro.

O deputado justifica que as medidas devem ser tomadas com urgência, já que o vídeo está circulando em ambiente digital “onde a velocidade de propagação é exponencial e os efeitos da desinformação podem se tornar irreversíveis em curto espaço de tempo”.

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