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Pesquisa revela idade exata em que a Geração Z começa a considerar alguém velho

Pesquisa Revela Idade Exata em que a Geração Z Começa a Considerar Alguém Velho

Uma pesquisa realizada pelo Centre for Ageing Better, com mais de 4 mil pessoas no Reino Unido, buscou entender como diferentes gerações percebem o envelhecimento. Os resultados mostraram que a Geração Z, nascida entre meados dos anos 1990 e 2010, acredita que a velhice começa aos 62 anos, enquanto os Baby Boomers, nascidos entre 1946 e 1964, acreditam que começa aos 67 anos.

De acordo com a pesquisa, a Geração Z considera que personalidades como Michelle Obama, Brad Pitt e Lisa Kudrow, todos com 62 anos, já entraram oficialmente no envelhecimento. Além disso, os mais jovens acreditam que o declínio cognitivo começa nessa idade, enquanto a dificuldade de adaptação à tecnologia começa três anos antes, aos 59 anos.

A pesquisa também revelou que, aos 56 anos, não se fica bem “usar as últimas tendências da moda”. Isso mostra que a percepção da idade e do envelhecimento é influenciada por uma variedade de fatores, incluindo a cultura e a sociedade.

  • A Geração Z acredita que a velhice começa aos 62 anos.
  • O declínio cognitivo começa aos 62 anos, de acordo com a Geração Z.
  • A dificuldade de adaptação à tecnologia começa aos 59 anos.
  • Aos 56 anos, não se fica bem “usar as últimas tendências da moda”.

A pesquisa também mostrou que a Geração Z tem uma visão mais pessimista do envelhecimento, com um quinto dos entrevistados não acreditando que terá uma boa aparência quando estiver “mais velho” e um quarto não esperando ter muitos familiares ou amigos por perto na velhice.

No entanto, a Geração Z parece ter uma visão mais compreensiva sobre o valor dos trabalhadores mais velhos em comparação com os Baby Boomers, e são mais propensos a pensar que, no geral, as pessoas nessa faixa etária são profissionais desejáveis para os empregadores.

O objetivo da pesquisa foi destacar a natureza prejudicial do preconceito etário em todos os aspectos da sociedade. De acordo com os autores, a realidade é mais complexa do que se supõe, e as gerações mais jovens não tendem a ter opiniões mais depreciativas em relação à terceira idade.

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