Perspectivas para 2026: WEG e Embraer Apresentam Crescimento
A 2ª Conferência XP de Bens de Capital trouxe novas perspectivas para as empresas de bens de capital, destacando a WEG e a Embraer como principais destaques. Durante o evento, as ações dessas empresas mantiveram alta consistente, com a WEGE3 avançando 2,67% e a EMBJ3 subindo 2,03%.
Segundo os analistas, a WEG deve apresentar crescimento ao longo do ano, com a receita variando entre alto dígito simples e baixo dígito duplo, dependendo do câmbio. A aceleração da receita no segundo semestre será impulsionada pelo aumento da capacidade produtiva da empresa, com a operação adicional de aproximadamente 10% da unidade de Betim.
Além disso, a expectativa é de que a empresa mantenha as margens em níveis sólidos no curto prazo, com mitigação da pressão sobre a rentabilidade e reajustes de preços. A médio prazo, a XP enxerga a aceleração das novas linhas de produtos como uma importante fonte de crescimento.
Aceleração de Entregas da Embraer
Durante o evento, a Embraer reforçou seu objetivo de acelerar as entregas no longo prazo. A projeção da XP é de que sejam entregues entre 100 e 110 aeronaves ao ano, no período de 2028 a 2030, na divisão de Aviação Comercial.
Além disso, a expectativa é de que a empresa atinja 180 entregas ao ano até 2027, em Aviação Executiva. A Embraer ainda tem potencial de alta para até 200 aeronaves ao ano até o final da década, sustentada por avanços nas iniciativas de nivelamento da produção.
Outro destaque da empresa são as opcionalidades, em especial relacionadas a novos pedidos, configuração da base produtiva ou até potenciais desenvolvimentos de produtos. Recentemente, a Embraer assinou um memorando de entendimentos (MoU) com o Grupo Adani, para a avaliação de oportunidades na Índia.
Os principais pontos destacados durante o evento incluem:
- Crescimento da receita da WEG no segundo semestre;
- Aceleração das entregas da Embraer no longo prazo;
- Manutenção das margens em níveis sólidos pela WEG;
- Potencial de alta para até 200 aeronaves ao ano até o final da década pela Embraer.
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