Perdeu o rali da Bolsa? Fique de olho nas small caps, que ficaram para trás
O rali da bolsa, impulsionado pelo aumento de investimentos estrangeiros, deixou para trás os fundos de ações de small caps, empresas de menor porte ou capitalização. O Índice de Small Caps (SMLL) subiu apenas 10% no ano, enquanto o Índice Bovespa alcançou 22%. Já os fundos de ações de small caps acumularam um ganho de 9,13% no ano, até 14 de abril, enquanto os fundos de Índice Bovespa ativos subiram 20,6%.
Os especialistas acreditam que, em algum momento, o valor dessas ações também subirá. No entanto, é importante ter cautela ao investir em small caps, pois elas são mais voláteis, menos líquidas e tendem a sofrer mais em ambientes de juros altos e aversão a risco.
Por que as small caps podem ser uma alternativa interessante?
As small caps podem ser uma alternativa interessante para quem perdeu o movimento das grandes companhias, desde que o investidor esteja disposto a ter paciência e tolerância à volatilidade no médio e longo prazo. Além disso, a expectativa é de que, se o ciclo de redução de juros continuar e houver melhora na percepção de risco doméstico, as small caps possam ganhar protagonismo.
- As small caps podem ser uma opção para quem busca diversificar sua carteira e aproveitar o momento das ações.
- No entanto, é importante ter cuidado e escolher fundos com gestão ativa e carteira diversificada, com horizonte mínimo de dois a três anos.
- A escolha do fundo é tão importante quanto a decisão de investir, pois a dispersão entre gestores em small caps é enorme.
Os especialistas recomendam que o investidor pessoa física prefira fundos com gestão ativa e carteira diversificada, com horizonte mínimo de dois a três anos. Além disso, é importante avaliar a consistência do gestor em diferentes ciclos, não apenas o retorno recente, e checar a liquidez do fundo, especialmente em momentos de estresse.
Em resumo, as small caps podem ser uma alternativa interessante para quem perdeu o movimento das grandes companhias, desde que o investidor esteja disposto a ter paciência e tolerância à volatilidade no médio e longo prazo. No entanto, é importante ter cuidado e escolher fundos com gestão ativa e carteira diversificada, com horizonte mínimo de dois a três anos.
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