Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA diminuem
O número de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, e a taxa de desemprego parece ter se mantido estável em abril. Isso ocorre apesar da guerra entre os Estados Unidos e Israel com o Irã, que não parece ter tido um impacto material no mercado de trabalho.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 26.000, para 189.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 25 de abril, informou o Departamento do Trabalho. Economistas consultados pela Reuters previam 215.000 pedidos para a última semana.
O mercado de trabalho permaneceu em um modo de ‘baixa contratação e baixa demissão’, apesar do choque no preço do petróleo decorrente do conflito no Oriente Médio. No entanto, economistas alertam para os riscos negativos, já que as interrupções no transporte marítimo no Estreito de Ormuz aumentam os preços de outras commodities, incluindo fertilizantes, produtos petroquímicos e alumínio.
Os principais pontos a considerar sobre a situação do mercado de trabalho nos EUA incluem:
- A diminuição dos pedidos iniciais de auxílio-desemprego para 189.000;
- A manutenção da taxa de desemprego em 4,3% em março;
- A estabilidade do mercado de trabalho, que dá suporte às expectativas do mercado financeiro de que o Federal Reserve vai manter a taxa de juros este ano.
O número de pessoas que recebem auxílio-desemprego após uma semana inicial de ajuda diminuiu em 23.000, para 1,785 milhão em dado sazonalmente ajustado, durante a semana encerrada em 18 de abril. Isso é um indicador de contratações e pode influenciar as decisões do Federal Reserve sobre a taxa de juros.
Em resumo, a diminuição dos pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA é um sinal positivo para o mercado de trabalho, mas é importante considerar os riscos negativos decorrentes do conflito no Oriente Médio e suas implicações para a economia.
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