Paranoia e Alucinação: O Caso de Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi submetido a uma audiência de custódia após tentar violar a tornozeleira eletrônica que usava. Durante a audiência, Bolsonaro alegou que a tentativa de violar a tornozeleira foi motivada por “paranoia” e “alucinação” causadas pelo uso de medicamentos psiquiátricos.
De acordo com a ata da audiência, Bolsonaro disse que teve uma “certa paranoia” de sexta para sábado devido ao uso de medicamentos como Pregabalina e Sertralina, que interagiram de forma inadequada. Além disso, ele alegou ter “alucinação” de que havia uma escuta na tornozeleira e tentou abrir a tampa.
Bolsonaro também disse que não se lembra de ter tido um “surto dessa natureza” em outra ocasião e que começou a mexer na tornozeleira com um ferro de soldar na tarde da sexta-feira. Ele alegou que tem curso de operação desse tipo de equipamento e que o ferro de solda estava em casa.
- Bolsonaro negou qualquer intenção de se livrar do equipamento e fugir.
- Ele ressaltou que não houve rompimento da cinta que prendia o equipamento ao tornozelo dele.
- A vigília convocada por seu filho Flávio ocorreria a 700 metros da residência, “não havendo possibilidade de criar qualquer tumulto que pudesse facilitar hipotética fuga”.
A juíza Luciana Yuki Fugishita Sorrentino manteve a prisão preventiva de Bolsonaro, por constatar que não houve qualquer irregularidade na determinação do ministro Alexandre de Moraes. O ex-presidente está atualmente na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
É importante notar que o uso de medicamentos psiquiátricos pode ter efeitos colaterais graves, incluindo paranoia e alucinação. É fundamental que os pacientes sigam as instruções dos médicos e monitorem seus efeitos colaterais para evitar situações como a descrita.
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