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Para conter dívida, país precisaria de superávit primário acima de 2% do PIB, diz IFI

Preocupações Econômicas do País

O ano de 2026 começa com a inflação convergindo para o centro da meta, sem pressão para medidas de política econômica radicais. No entanto, as principais preocupações econômicas do país estão concentradas no campo fiscal.

De acordo com o Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) da Instituição Fiscal Independente (IFI), o país precisaria gerar um superávit primário superior a 2% do PIB para estancar o crescimento da dívida pública. Isso permitiria mudar o perfil do gasto público, aumentando investimentos estratégicos em áreas como infraestrutura e ciência e tecnologia.

Desafios Fiscais

A IFI avalia que a agenda de reformas estruturais profundas está adiada para 2027, restando como um desafio para o novo mandato presidencial. Para 2026, as ambições são menores, com o objetivo de alcançar o déficit primário zero.

A evolução do endividamento brasileiro reflete a urgência do tema. A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) encerrou o mês de dezembro de 2025 em 78,7% do PIB, com um aumento de 2,4 pontos percentuais em relação a dezembro de 2024.

Plano Anual de Financiamento

O Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026, divulgado pelo Tesouro Nacional, espelha as dificuldades atuais na gestão da dívida. O objetivo estratégico da equipe econômica é mudar o perfil da dívida pública, rebaixando seu custo e alongando os prazos de vencimento.

No entanto, o plano ainda prevê a estabilidade de um percentual significativo de títulos pós-fixados no curto prazo. A IFI alerta que a taxa básica de juros (Selic) elevada e a falta de ancoragem sólida para as expectativas quanto aos cenários fiscal e externo tornam essa trajetória mais complexa e desafiadora.

Conclusão

Em resumo, o país precisa de um superávit primário acima de 2% do PIB para conter a dívida pública. A IFI destaca a importância de mudar o perfil do gasto público e aumentar investimentos estratégicos. Além disso, a instituição alerta para os desafios fiscais e a necessidade de uma gestão eficaz da dívida pública.

  • A dívida pública é um desafio significativo para o país.
  • O superávit primário é fundamental para mudar o perfil do gasto público.
  • A IFI destaca a importância de investimentos estratégicos em áreas como infraestrutura e ciência e tecnologia.

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