ONU Acusa Forças de Israel de Executar Palestinos que se Rendiam na Cisjordânia
A Organização das Nações Unidas (ONU) expressou sua preocupação e choque com o assassinato de dois homens palestinos na Cisjordânia ocupada pelas forças de segurança de Israel. De acordo com relatos, os dois homens pareciam estar se rendendo e desarmados quando foram mortos.
O porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU, Jeremy Laurence, classificou o incidente como uma “execução sumária” e condenou a ação das forças israelenses. Ele também criticou a declaração do ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, que deu seu “apoio total” aos militares e à unidade policial envolvida no tiroteio.
Investigação e Reações
O Exército e a polícia israelenses anunciaram que haviam aberto uma investigação sobre o incidente, mas a declaração não forneceu detalhes sobre as acusações contra os dois homens mortos ou qualquer evidência de sua suposta ligação com uma rede terrorista.
A ONU pediu que as autoridades israelenses investiguem o incidente de forma transparente e imparcial, e que sejam tomadas medidas para prevenir incidentes semelhantes no futuro.
- O incidente ocorreu na cidade de Jenin, na Cisjordânia ocupada.
- Os dois homens mortos eram indivíduos procurados que estavam afiliados a uma “rede terrorista” na área de Jenin, de acordo com as forças israelenses.
- A ONU condenou a ação das forças israelenses e pediu uma investigação transparente e imparcial.
O caso destaca a tensão contínua entre Israel e a Palestina, e a necessidade de uma solução pacífica e justa para o conflito.
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