O Engenheiro que Transformou o RH da Stefanini na Era da Inteligência Artificial
Bruno Szarf, um engenheiro elétrico que começou sua carreira na área de operações, nunca imaginou que um dia lideraria a área de pessoas e performance da Stefanini Group, uma das maiores empresas de tecnologia do Brasil. No entanto, após ser convidado pelo CEO da Neoenergia para trazer um olhar mais estratégico para a área de pessoas, Szarf descobriu sua paixão por gestão de pessoas e desempenho.
Hoje, Szarf lidera uma das áreas mais estratégicas da Stefanini, com 35 mil funcionários em 46 países. Ele incorporou o conceito de desempenho à área de pessoas, o que ajudou a mudar a forma como a empresa toma decisões. “Não é performance a qualquer custo, mas também não é pessoas a qualquer custo”, afirma. “A gente conseguiu construir um equilíbrio entre crescimento da empresa, eficiência e desenvolvimento das pessoas.”
Transformação Digital e IA
A Stefanini está investindo pesadamente em transformação digital e inteligência artificial (IA) dentro do RH. A empresa usa IA desde o recrutamento até o atendimento interno de colaboradores. Segundo Szarf, uma das ferramentas desenvolvidas pelo grupo realizou mais de 290 mil atendimentos no último ano para funcionários espalhados globalmente.
Além disso, a empresa criou um programa interno de “embaixadores de IA”, que já reúne mais de 2 mil profissionais. O objetivo é acelerar a adoção prática da tecnologia dentro das sete unidades de negócio da empresa e reduzir a distância de conhecimento entre as equipes.
Algumas das principais ações da Stefanini incluem:
- Uso de IA no recrutamento e atendimento interno de colaboradores
- Criação de um programa de “embaixadores de IA” para acelerar a adoção da tecnologia
- Investimento em transformação digital para melhorar a eficiência e o desempenho da empresa
Szarf acredita que a IA não substitui relações humanas, mas libera tempo para que líderes atuem de forma mais estratégica. “O mais eficiente continua sendo a relação humana”, afirma. “A inteligência artificial ajuda a ganhar ritmo, liberar agenda e resolver tarefas mais complexas, mas a interação entre pessoas continua central.”
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