Novas Provas Inocentam Fredson Frederico em Caso de Lancha Apreendida no AM
Uma série de evidências documentais e testemunhais apresentadas recentemente trouxe uma reviravolta significativa no caso da embarcação apreendida em operação policial no Amazonas. Essas novas provas reforçam a tese de que o empresário Fredson Frederico, filho do ex-prefeito de Novo Airão, Frederico Júnior, não tem qualquer conexão com o crime investigado, atuando apenas como locador de boa-fé.
Os novos elementos incluem:
- Depoimento em Juízo: William Soriano de Oliveira, responsável pela condução da lancha no momento da apreensão, afirmou que Fredson Frederico desconhecia a finalidade do uso da embarcação e não teve participação no ato ilícito.
- Boletim de Ocorrência Preventivo: O proprietário da lancha registrou um B.O. por desaparecimento da embarcação antes do desdobramento da operação policial, demonstrando a prudência e a reação imediata do empresário diante da quebra de contrato.
- Local da Transação: Ficou comprovado que o aluguel foi formalizado no bairro Tarumã, em Manaus, e não em Novo Airão, o que enfraquece as tentativas de associar o caso à gestão política do município vizinho.
O ex-prefeito Frederico Júnior classificou o episódio como uma tentativa de “assassinato de reputação” arquitetada pela oposição, motivada pelo fato de seu nome aparecer em destaque em pesquisas eleitorais para a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). Fredson Frederico é réu primário e possui histórico ilibado, sem passagens pela polícia ou condenações na Justiça Estadual ou Federal.
Com a divulgação desses documentos, a defesa espera que as investigações sejam devidamente esclarecidas, separando a atividade empresarial da família Frederico de crimes cometidos por terceiros. Isso demonstra a importância de uma investigação minuciosa e imparcial para evitar acusações infundadas e proteger a reputação das pessoas envolvidas.
Ao final, é fundamental que a justiça seja feita e que a verdade seja revelada, garantindo que os inocentes sejam protegidos e que os culpados sejam responsabilizados por seus atos.
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