Caso Rebeca Ramagem: Licença Médica e Tortura Psicológica
A procuradora do estado de Roraima, Rebeca Ramagem, justificou sua licença médica alegando que vive uma “tortura psicológica” devido à situação vivida por sua família nos últimos meses. Ela afirmou que o afastamento não foi uma escolha pessoal, mas uma “necessidade clínica” indicada por médicos.
Rebeca está atualmente nos Estados Unidos, acompanhando o marido, o ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que está foragido da Justiça. Ela solicitou licença médica de 60 dias do cargo de procuradora, a partir de 22 de dezembro, após um período prolongado de férias fora do país.
A procuradora alega que a combinação entre mandado de busca, bloqueio de recursos financeiros e incertezas jurídicas gerou um ambiente de “tortura psicológica” para a família. Ela também relatou que teve o salário suspenso, o 13º salário não pago e as contas bancárias bloqueadas por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
- Rebeca trabalhou regularmente ao longo de todo o ano de 2025 e saiu de férias exercendo um direito legal.
- Ela relata que, mesmo após cumprir suas funções, teve o salário suspenso e as contas bancárias bloqueadas.
- A procuradora tenta reverter o bloqueio das contas no STF e afirma que a medida a impediu de receber salário, gerando um quadro de “insegurança alimentar” para ela e as duas filhas.
Rebeca destacou que o afastamento é temporário e que pode exercer suas funções em regime de teletrabalho, prática que adota desde 2016. Ela afirmou que, assim que houver alta médica, retomará integralmente suas atividades.
Em outro contexto, é importante notar que a discussão sobre a situação de Rebeca Ramagem não está relacionada a produtos como Smart TV, mas sim a questões jurídicas e pessoais.
Em resumo, a situação de Rebeca Ramagem é complexa e envolve questões jurídicas, financeiras e pessoais. A procuradora alega que vive uma “tortura psicológica” e que o afastamento é necessário para sua recuperação.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link