Controvérsia em Torno do Prêmio da Paz da Fifa
A presidente da Associação Norueguesa de Futebol (NFF), Lisa Klaveness, pediu a abolição do Prêmio da Paz concedido pela Fifa, durante uma conferência de imprensa. A dirigente norueguesa argumenta que a premiação não tem legitimidade e que a Fifa violou as regras de neutralidade política ao conceder o prêmio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A NFF havia se comprometido a estudar uma denúncia da ONG FairSquare contra o presidente da Fifa, Gianni Infantino, referente à premiação de Trump. Agora, a federação norueguesa decide apoiar a denúncia e enviar uma carta à Fifa. A questão é que a entidade, por meio de seu presidente, violou as regras de neutralidade política ao conceder o Prêmio da Paz.
Posicionamento da Federação Norueguesa
A Federação Norueguesa sempre se posicionou contra a criação do prêmio, considerando-o ilegítimo. “Criticamos a criação deste prêmio. Ele não teve qualquer fundamento no Congresso da Fifa. Não tem legitimidade e claramente excede o mandato da entidade”, declarou Lisa Klaveness.
Alguns pontos importantes sobre a controvérsia em torno do Prêmio da Paz da Fifa incluem:
- A Fifa criou o prêmio em 2025, alegando que busca “recompensar indivíduos que realizaram ações excepcionais e extraordinárias pela paz”.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu o Prêmio da Paz da Fifa em dezembro de 2025, durante o evento de sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026.
- A Federação Norueguesa considera que o prêmio não tem base e é uma violação das regras de neutralidade política.
A denúncia será analisada pelo Comitê de Ética da Fifa, e a decisão sobre o futuro do Prêmio da Paz ainda é incerta. No entanto, a posição da Federação Norueguesa é clara: o prêmio não tem legitimidade e deve ser abolido.
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