Neymar não jogará contra o Haiti devido à lesão na panturrilha
O atacante Neymar não estará em campo no duelo entre Brasil e Haiti, nesta sexta-feira (19), pela segunda rodada do Grupo C da Copa. Ele segue em tratamento de uma lesão na panturrilha direita e nem viajou com a delegação para a Filadélfia, palco da partida.
Segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o camisa 10 permanecerá em Nova Jersey para avançar na fase final do tratamento. Ele utilizará a estrutura disponível no hotel da Seleção e no centro de treinamento de Columbia Park.
A ausência de Neymar já era esperada, pois embora tenha voltado a treinar em campo e com bola nesta semana, ele ainda trabalha de forma controlada e não foi reintegrado às atividades normais com o restante do time.
Lesão de Neymar
A lesão de Neymar completou um mês nesta semana. Inicialmente tratada como um edema, ela se mostrou mais séria após exames complementares, que identificaram um rompimento de fibras musculares de grau 2 na panturrilha direita.
Desde então, Neymar cumpre um cronograma gradual de retorno aos gramados. O departamento médico monitora sua evolução e aumenta a carga dos trabalhos conforme a resposta física do jogador.
A CBF evita acelerar o processo e prioriza um retorno seguro. O objetivo é ter Neymar em plenas condições físicas para a reta decisiva do Mundial.
Consequências da lesão
Além de desfalcar a seleção contra o Haiti, Neymar ainda é dúvida para o confronto diante da Escócia, na próxima semana.
O Brasil estreou na Copa do Mundo com empate diante do Marrocos e busca a primeira vitória no torneio contra o Haiti. Depois, encerra sua participação na fase de grupos diante da Escócia.
Para entender melhor a lesão de Neymar, é importante saber que uma lesão muscular de grau 2 envolve o rompimento parcial de fibras musculares e costuma exigir um período maior de recuperação.
- O retorno aos gramados depende não apenas da cicatrização da área afetada, mas também da recuperação da força muscular e da capacidade de suportar esforços mais intensos.
- Os médicos costumam aumentar a carga dos treinamentos gradualmente para reduzir o risco de recaídas.
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