Netanyahu Descarta Críticas sobre Objetivos contra Irã
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, expressou sua confiança de que o governo iraniano colapsará como resultado da campanha militar realizada por Israel. Em uma declaração durante a Cúpula de Política Internacional do JNS em Jerusalém, Netanyahu afirmou que um dos objetivos iniciais era criar as condições para uma revolta popular no Irã.
Netanyahu destacou que acredita terem sido criadas as condições para a futura queda do regime iraniano. Ele enfatizou que a verdadeira vitória ocorrerá quando o povo iraniano tomar seu próprio destino em mãos e derrubar o regime que os aterroriza, assim como ao resto do mundo.
Operações no Líbano
Além disso, o premiê israelense também afirmou que manterá operações no Líbano “enquanto for necessário”. Essa declaração foi feita em paralelo à autorização do exército de Israel para que os residentes do norte, perto da fronteira com o Líbano, se movimentem livremente e sem restrições a partir de segunda-feira.
Essa decisão veio após meses de restrições devido à ameaça de ataque pelo grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã, no sul do Líbano. O exército israelense não forneceu detalhes sobre o que levou à sua decisão, mas observou que um cessar-fogo frágil está em vigor.
Desenvolvimentos Regionais
Enquanto isso, os EUA e o Irã se encontram na Suíça para discutir um acordo provisório para acabar com a guerra, com o Irã insistindo em um cessar-fogo em todas as frentes. Além disso, o presidente sírio, Ahmad al-Sharaa, afirmou que a Síria não deseja intervir militarmente no Líbano, apesar das observações do presidente americano, Donald Trump, sugerindo que a Síria poderia ajudar a “cuidar do Hezbollah”.
Al-Sharaa esclareceu que as observações de Trump foram “mal interpretadas” e que a Síria busca uma solução segura e pacífica, sem intenção de invadir o Líbano.
- Netanyahu acredita que a campanha militar contra o Irã criou as condições para a futura queda do regime.
- Operações no Líbano continuarão “enquanto for necessário”, de acordo com o premiê israelense.
- A Síria não deseja intervir militarmente no Líbano, apesar das observações do presidente americano.
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