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Navios ligados ao Irã e à China voltam a cruzar o Estreito de Ormuz

Navios ligados ao Irã e à China voltam a cruzar o Estreito de Ormuz

Após um período de relativa calma, o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz está começando a se reativar, com navios ligados ao Irã e à China retomando suas rotas comerciais. De acordo com dados de rastreamento de embarcações, houve um aumento discreto na atividade nos últimos dias, com oito travessias comerciais registradas na terça-feira e quatro identificadas no início da quarta-feira.

A maioria das embarcações que cruzaram o estreito tinha vínculos com o Irã ou relações comerciais com a China. Dois superpetroleiros sancionados do tipo VLCC foram vistos saindo do Golfo Pérsico em direção à Ásia, com capacidade total de carga. Além disso, um comboio composto por cinco navios graneleiros, um porta-contêiner e um transportador de GLP, todos ligados ao Irã ou à China, deixou a região.

No entanto, a situação de segurança no Estreito de Ormuz permanece crítica, com o risco de ataques a navios mercantes e a presença de minas na região. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou recentemente a destruição de embarcações iranianas usadas para colocação de minas. A guerra eletrônica também é uma preocupação, com táticas de falsificação de sinais e interferência em sistemas de navegação dificultando o monitoramento em tempo real do tráfego marítimo.

Algumas travessias podem não ter sido detectadas devido à desativação dos transponders AIS em áreas de alto risco. No entanto, os dados disponíveis sugerem que a atividade marítima está começando a se reativar, com cerca de 13,7 milhões de barris de petróleo iraniano transportados pelo estreito desde o início da guerra.

  • Dois superpetroleiros sancionados do tipo VLCC foram vistos saindo do Golfo Pérsico em direção à Ásia.
  • Um comboio composto por cinco navios graneleiros, um porta-contêiner e um transportador de GLP deixou a região.
  • A atividade de mísseis e drones continua representando um risco crítico para embarcações que navegam nas proximidades.

Em resumo, o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz está começando a se reativar, com navios ligados ao Irã e à China retomando suas rotas comerciais. No entanto, a situação de segurança na região permanece crítica, com o risco de ataques a navios mercantes e a presença de minas.

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