Avaliação do Trabalho na Fazenda
O ministro Fernando Haddad afirmou que não mudaria decisões tomadas à frente do Ministério da Fazenda e disse que deve deixar o cargo na próxima semana. Ao fazer um balanço da gestão iniciada em janeiro de 2023, Haddad rebateu críticas à condução da política tributária e sustentou que o governo buscou cobrar impostos de grupos que estavam fora do alcance da tributação.
Desde que assumiu a Fazenda, Haddad esteve à frente de frentes centrais da agenda econômica do governo, como o desenho do novo arcabouço fiscal, a condução da reforma tributária sobre o consumo e a renda, e a defesa de medidas para ampliar a arrecadação e buscar o cumprimento das metas fiscais. Além disso, ele também lidou com questões relacionadas ao banco central, como a indicação de diretoria.
Entre as principais ações de Haddad, destacam-se:
- A condução da reforma tributária sobre o consumo e a renda;
- A defesa de medidas para ampliar a arrecadação e buscar o cumprimento das metas fiscais;
- A indicação de diretoria do Banco Central.
Haddad também disse que a decisão de sair do cargo foi tomada após a piora do cenário político. Segundo ele, a ideia inicial era se dedicar à elaboração do plano de governo para a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas a mudança no ambiente político alterou esse plano.
Quanto ao seu futuro, Haddad não confirmou qual cargo pretende disputar, mas sua saída ocorre em meio ao avanço das articulações para uma candidatura em São Paulo. Nos bastidores, o movimento é tratado como parte da estratégia do PT para ter um nome competitivo no maior colégio eleitoral do país.
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