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Ministros Defendem Parcerias em Investimentos em Infraestrutura

Em um seminário realizado no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ministros da área de infraestrutura defenderam a importância de investimentos em parceria com a iniciativa privada em setores como rodovias, portos, aeroportos, saneamento e habitação.

O ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, destacou que os investimentos devem ser uma política permanente para o crescimento do país. “O Brasil só vai avançar se nós tivermos investimentos, e gerar isso, tem que ser uma situação perene nesse país para que os projetos continuem sendo produzidos, para que investimentos continuem acontecendo, e o Brasil entre em um processo de crescimento”, defendeu.

Além disso, o ministro citou os esforços do governo para redução do déficit habitacional por meio do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que já alcançou 85% de todos os lançamentos imobiliários do país. Ele também destacou a importância da parceria com a iniciativa privada para alcançar metas relacionadas à mobilidade e saneamento.

Investimentos em Infraestrutura

O ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou que o Brasil tem o maior pipeline de concessão de rodovias do mundo e que o governo investirá R$ 400 bilhões em investimentos privados em parceria com a iniciativa privada. Já o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, apontou que o país enfrenta um “hiato” de investimentos em infraestrutura equivalente a 1,74% do Produto Interno Bruto (PIB) e que é necessário um investimento mínimo de R$ 218 bilhões por ano.

Alguns dos principais pontos defendidos pelos ministros incluem:

  • A importância de investimentos em infraestrutura para o crescimento do país;
  • A necessidade de parcerias com a iniciativa privada para alcançar metas relacionadas à mobilidade e saneamento;
  • O papel do BNDES em fomentar o desenvolvimento no país;
  • A importância do mercado de capitais para a captação de recursos para investimentos.

O diretor-executivo da B3, Gilson Finkelsztain, ressaltou que o mercado de capitais se transformou na maior fonte de captação para as empresas, com R$ 496 bilhões em debêntures em 2025. A diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa, defendeu a participação do banco de fomento no mercado de capitais, destacando que o BNDES tem uma carteira de R$ 80 bilhões em debêntures.

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