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Minidólar (WDON26): rompimento de resistência pode definir o rumo do pregão

Análise do Minidólar (WDON26)

O minidólar (WDON26) encerrou a última sessão em alta de 1,05%, aos 5.175,5 pontos, mantendo o fluxo comprador dos últimos pregões. As decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos voltaram ao centro das atenções dos investidores.

No exterior, o Federal Reserve manteve os juros, mas indicou a possibilidade de uma alta ainda este ano, fortalecendo o dólar frente às principais moedas globais. No cenário doméstico, o Copom reduziu a Selic para 14,25% e sinalizou espaço para novos cortes, diminuindo a atratividade do diferencial de juros brasileiro.

Resistência e Suporte

Para que o fluxo comprador siga predominando, será necessária a entrada de volume capaz de romper a região de resistência em 5.186/5.198 pontos. Caso essa faixa seja superada, o mercado tende a buscar os próximos objetivos em 5.209/5.222 pontos, com alvo mais amplo na região de 5.232/5.245 pontos.

Por outro lado, uma retomada da pressão vendedora exigirá o rompimento da faixa de suporte em 5.162/5.135 pontos. A perda dessa região pode abrir espaço para correções mais intensas em direção aos suportes de 5.115/5.108 pontos, com alvo mais longo em 5.098/5.093 pontos.

Análise Técnica

No gráfico diário, o minidólar encerrou a última sessão em alta e negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos. Para que a tendência de alta ganhe tração, será necessário superar as regiões de 5.180, 5.232, 5.262 e 5.300 pontos.

Em contrapartida, uma retomada do fluxo vendedor dependerá da perda dos suportes em 5.075 e 5.027 pontos. Nesse cenário, o ativo poderá buscar as regiões de 4.968 e 4.916 pontos.

  • Resistência: 5.186/5.198 pontos
  • Suporte: 5.162/5.135 pontos
  • Objetivos: 5.209/5.222 pontos, 5.232/5.245 pontos

O rompimento de resistência pode definir o rumo do pregão do minidólar (WDON26). É importante monitorar os próximos sinais dos bancos centrais, que seguem sendo os principais direcionadores do fluxo e da volatilidade no mercado cambial.

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